
CIFA: 88 ANOS!!!
domingo, 27 de fevereiro de 2011
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Pensamento de Madre Clara Maria
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Pe. Zezinho - Por que servir a Igreja
Amigos e adversários me perguntam por que sirvo à Igreja Católica, ontem e hoje tão controvertida. Isso mesmo, e já são quase cinqüenta anos. Respondo que controvérsia existe por toda a parte. Se tivesse escolhido ser político ou servir algum exército verde ou vermelho também a encontraria. Além do mais, nutro a convicção de que sirvo é a Deus e ao meu povo e faço isso em uma instituição chamada Igreja Católica.Ao escolher a vida que vivo, escolhi o sinal, a provocação, a controvérsia, mas também o diálogo, o estudo, a prece, a convivência e a paz. De alguma forma, sou mestre e sou visto como mestre. Se outros quiseram ser mestres em história, sociologia, filosofia, medicina, ciências biológicas ou políticas, eu quis ser um eco de Jesus; portanto, catequista e mestre de espiritualidade, o que não me parece coisa pouca nem pequena.
De homens e mulheres que assumiram crer e ensinar espiritualidade nasceram hospitais, creches, asilos, orfanatos, universidades, grandes obras de filantropia, grandes livros, grandes estudos, grandes descobertas, o processo civilizatório da Europa, da America Latina e de boa parte de outros continentes. Houve erros? Houve. E as ideologias de hoje também não impuseram e não erraram?
Os católicos iam lá anunciar o Jesus do jeito deles e lá criavam escolas e cidades. Aconteceu no Brasil, onde milhares de obras sociais têm o sinal da cruz nas suas paredes, onde famosas universidades de hoje nasceram de escolas católicas de ontem e onde, primeiro, existiu uma capela no lugar em que hoje se erguem pujantes metrópoles.
É a essa Igreja que eu sirvo, com todos os limites de uma agremiação de pessoas. Estamos no mundo há seguramente 20 séculos, ou, como querem alguns, há 17 séculos desde que nos chamamos católicos, o que é mais tempo do que tem a maioria dos países e continentes de hoje, mais do que a maioria das igrejas e mais do que a maioria dos partidos e instituições de agora. Se duramos tanto tempo é porque soubemos durar e não faltou a graça de Deus que, cheio de misericórdia, viu nossos pecadores, mas viu também os nossos santos e mártires.
Não tenho porque me achar mais do que os outros por ser católico, mas também não tenho porque pedir desculpas por servir uma Igreja que modificou a história do mundo. Não devo encurralar ninguém com meus argumentos, mas também não tenho porque deixar me encurralar por este ou aquele autor que nos diminui. Mostro a quem me fala deles e de suas denúncias, centenas de outros que nos respeitam e admiram. Além disso, historiadores são humanos: há os que só destacam o lado bom e os que só acentuam o lado ruim. E há os honestos que mostram o poder, a glória e as derrotas. Fico com estes. Faço o mesmo diante dos pregadores de religião. Suas religiões e igrejas têm méritos e pecados, também a nossa. Respeito-os e espero ser respeitado.
Aos meus amigos que me questionavam em uma tarde fria de fogo a crepitar na lareira,disse mais: não escolhi ser sacerdote e aceitar que me chamem de reverendo e de padre apenas pelas honrarias e medalhas. Eu sabia que seria questionado porque teria de ensinar a doutrina da Igreja, que é muito mais do que confeitos, pudins e chantilis. Ela mexe com relacionamentos humanos e macropolíticas. Eu teria de anunciar e denunciar. Sabia disso há cinqüenta anos e sei agora. Se aceitei, foi porque achei que a isso Deus me chamava.
Continuo não me achando melhor do que os outros, mas não silenciei nem escolhi o conforto da palavra que agrada. Abracei um caminho que às vezes fere primeiro o pregador. Sirvo a Deus, assim penso eu, numa Igreja rica de história e de martírios. Os pecados? Sou leitor de História. Sei o que houve com outras religiões, com as esquerdas e direitas e outras ideologias. Não fujo ao debate. Espero que eles também não fujam! Não se descartam 20 séculos com algumas frases feitas. Nem do nosso lado nem do lado deles!
Pe. Zezinho, SCJ - (Revista Rainha dos Apóstolos – Julho/2010)
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Frei Pacífico - 54 anos de Vida Plena com Deus
ncias e Letras da, hoje, Pontifícia Universidade Católica; idealizou o leprosário de Itapoã. Nesse Congresso foi procurado por Madre Clara, na época professora Morena de Azevedo e Souza. Ela e suas companheiras, animadas pelo espírito de Francisco de Assis, sentiam-se impulsionadas a revelar-lhe o ideal que acalentavam: a fundação de uma Congregação nacional com espírito franciscano. Frei Pacífico as acolheu e as encorajou a prosseguir na busca da meta com o ardor e a coragem que este ideal requeria. Assessorou-as nos passos a seguir. Em 17/09/1927 foi fundada a entidade civil (Associação Cruzeiras de São Francisco) e em 24/06/1928 a Congregação das Irmãs Franciscanas de Nossa Senhora Aparecida. Frei Pacífico faleceu no dia 24 de fevereiro de 1957, às 21 horas. terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
No dia 19 de fevereiro, na Paróquia Sagrado Coração de Jesus, em Bossoroca/RS, Ir. Luciane Stochero celebrou sua Profissão Religiosa Definitiva. Diante da sua família, Irmãs, amigos/as e comunidade, disse seu SIM definitivo a Deus, na Congregação das Irmãs Franciscanas de Nossa Senhora Aparecida. Ir. Luciane acompanha as jovens que estão na etapa do Juvenato (Ensino Médio) na Betânia Irmão Lobo, em Porto Alegre. Acompanhe as fotos da celebração:
Semana de Animação Vocacional - Ir. Luciane Stochero
Dos dias 14 a 19 de fevereiro, na Paróquia Sagrado Coração de Jesus em Bossoroca/RS, aconteceu a Semana de Animação Vocacional em preparação à Profissão Religiosa Definitiva de Ir. Luciane Stochero. Participaram das atividades Irmãs e Noviças da Congregação, Ir. Nildo e Ir. Darwim - Oblatos de São Francisco de Sales, Frei Paulo Maia,ofm-RS, Ir. Assunta - Filhas do Sagrado Coração de Jesus, Ir. Adélio - Irmãos Maristas, Pe. Valcir e o seminarista Cristiano da Diocese de Santo Angelo/RS. Significativa foi, também a participação de leigos/as das comunidades da Paróquia, que acolheram o grupo. Nas celebrações usou-se da Dinâmica do Chimarrão, ressaltando a importância da vida em comunidade e da vocação à serviço. Pe. Luiz, pároco, acompanhou Ir. Luciane em todas as comunidades. Acompanhe as fotos da semana.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Profissão Religiosa Definitiva - Ir. Luciane Stochero
Do dia 14 a 19 de fevereiro, o Serviço de Animação Vocacional da Congregação das Irmãs Franciscanas de Nossa Senhora Aparecida e a equipe de Animação Vocacional da Diocese de Santo Angelo, estarão em Bossoroca/RS para a Semana Vocacional em preparação à Profissão Religiosa Definitiva de Ir. Luciane Stochero. Filha de Roberto e Clenir Stochero, Ir. Luciane está na Congregação desde 2002 e no dia 19/02, na Paróquia Sagrado Coração de Jesus, às 18h, estará celebrando a sua entrega total e definitiva a Deus. Ir. Luciane esteve em missão na Guiné Bissau e atualmente acompanha as jovens que cursam o Ensino Médio e moram na Betânia Irmão Lobo, em Porto Alegre .Profissão Religiosa Definitiva - Ir. Maristela Körbes
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Os incríveis amores da Juventude
teima de dizer que já tinha idade suficiente para saber o que fazia, passava horas e horas diante de seu bem-amado, tão liso, tão verdinho e tão diferente dos demais tartarugos que conhecera.É verdade que ele nada dizia. Aliás, era tão fechado que nem sequer lhe mostrava o rosto. Ficava ali, silencioso, aceitando os carinhos dela, sem se mover nem para frente nem para trás.
- Deixa de ser boba, menina! - dizia a mãe. Não vê que ele não é normal? Se fosse um tartarugo, teria um comportamento no mínimo parecido com o da maioria. Pra mim ele é um simples casco...
E ela brigava, rangia os dentes e se magoava da incompreensão de todos. O que havia demais em gostar de um tartarugo diferente? E daí se ele era paradão e não dizia nada? O que importava isso, se ela o adorava e ele aceitava seu carinho? Nem que ele nunca correspondesse, o importante é que, ao lado dele, ela se sentia bem. E bastava o amor que sentiam um pelo outro.
Dizem que foi assim durante muito tempo, posto que as tartarugas vivem muito. Aquele, sim, era um amor fiel e cego. Nada a demovia de estar ao lado de seu bem-amado. Esperaria o quanto fosse preciso, para que ele correspondesse. O importante era que ela o amava. Nada mais contava...
Esses dias, dizem que a romântica tartaruga morreu de desgosto. Um colecionador de coisas velhas levou seu tartarugo para um museu, não sem um desmaio irrecuperável por parte da tartaruguinha.
Quando viraram seu namorado de costas foi que seu amor cego viu a verdade. Não era um tartarugo... Aliás, estava longe de ser quem ela imaginava.
A teimosinha namorara por mais de cinquenta anos o namorado 'ideal': não falava, não reagia, não exigia nada, não censurava, não criava caso algum. Apenas se deixava acariciar...
Também pudera! Nem poderia ser de outro jeito. Desde quando capacete de soldado fala?...
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Forum Social Mundial - 2011
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Semana de Animação Vocacional - Ir. Maristela Körbes
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Ingresso ao Noviciado 2011
Juvenato - Porto Alegre
Meninas, bem vindas e boa caminhada!
O Senhor as conduza!
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Primeira Profissão 2011
Você pode acompanhar as fotos da Celebração no vídeo abaixo:
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Pensamento de Madre Clara Maria
Sigamos seu conselho e dediquemos parte de cada novo dia ao Senhor que nos conduz!!!

